Seja Bem Vindo(a) Versão Demo! Curso de CLP
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ProgramableLogicController

  • Dispositivo desenvolvido para substituir os circuitos a relê que realizavam a lógica seqüencial no controle de máquinas.
  • O PLC trabalha “observando” suas entradas e dependendo dos seus estados, liga/desliga suas saídas.
  • O usuário entra com um programa que fornece os resultados desejados.


História
  • Os PLC’s foram introduzidos no final da década de 60.
  • No meio da década de 70 a tecnologia dominante nos PLC’s eram as Máquinas de Estados Seqüenciais.
  • Com o desenvolvimento dos Microprocessadores, os PLC’s passaram a utilizá-los.
  • A capacidade de comunicação dos PLC’s começaram a aparecer em 1973.
  • Nos anos 80 houve uma tentativa de padronização das comunicações, através do MAP (Manufacturing Automation Protocol) da General Motors.
  • Redução do tamanho dos PLC’s.
  • Software programável em computadores pessoais ao invés de terminais dedicados ou “Handhelds”.
  • Nos anos 90 houve uma maior redução no tamanho dos PLC’s e a introdução de novos protocolos.
  • Modernização das camadas físicas dos protocolos que sobreviveram da década de 80.
  • O padrão IEC 1131-3 surgiu na tentativa de padronizar a linguagem de programação dos PLC´s

Tipos de PLC

Large Size PLC

  • Medidas --> 19” x 20” x 14,5”
  • cerca de 10.000 pontos de I/O
  • suporta todas as funções
  • diversos protocolos de comunicação.

Small Size PLC

  • Medidas > 4,72" x 3,15" x 1,57"
  • cerca de 32 pontos de I/O
  • comunicação RS-232

Estrutura de um PLC

O  sistema  que  constitui  um  CLP  é  constituído  basicamente  das  seguintes partes [1]:

Fonte de alimentação

É   o   elemento   responsável   por   converter   corrente   alternada   em   contínua, alimentando  a  UCP  e  os  demais  subsistemas  do  controlador.  Além  da  fonte  de alimentação,  há  também  uma  bateria  interna  ao  controlador  que  impede  que  o programa do usuário carregado na memória e os estados dos registros de dados Internos do controlador se percam caso a fonte de alimentação seja desativada. A fonte de alimentação pode ser de dois tipos:

- Source: fonte interna ao controlador.

- Sink: fonte externa ao controlador .

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Unidade central de processamento (UCP)

A UCP é responsável pela execução do programa do usuário, atualização da memória de dados e memória-imagem das entradas e saídas.

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Memórias do tipo volátil e não-volátil

A EPROM contém o programa do fabricante responsável pelo gerenciamento das tarefas do controlador no momento de sua ativação (start-up). A memória EPROM não pode ser acessada pelo usuário.

Memória volátil

A memória volátil normalmente é do tipo RAM e é dividida em três tipos:

Memória do usuário

Contém o programa escrito pelo usuário que é processado pela UCP. Quando a  alimentação  é  desligada,  o  estado  da  memória  do  usuário  é  mantido  pela  bateria interna do controlador.

Memória de dados

Armazena  os  dados  manipulados  no  processamento  do  programa  aplicativo, sendo continuamente atualizada durante a execução do programa.

Memória-imagem das entradas e saídas

Armazena os estados atuais dos periféricos de entrada e saída. É atualizada a cada ciclo de varredura.

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Dispositivos de entrada e saída

As  interfaces  de  entrada  e  saída  normalmente  são  inseridas  na  forma  de módulos . Existem diferentes tipos de módulos de entrada  e saída  para atender às mais diversas aplicações.

Módulos de entrada

Os  módulos  de  entrada  são  responsáveis  pela  aquisição  de  dados  do  meio externo  tais  como  sinais  elétricos  de  sensores,  medidores,  botões,  etc.  Existem módulos de entrada para sinais digitais (110VAC, 24VDC, etc) ou analógicos (-10V a +10V,  4  a  20mA,  etc)  através  de  conversores  A/D,  contemplando  os  mais  diversos tipos de dispositivos de instrumentação existentes. Normalmente, os circuitos internos dos módulos de entrada são isolados opticamente dos circuitos externos, evitando que sejam danificados por  eventuais anomalias.

Módulos de saída

Após  a  aquisição  e  processamento  das  entradas  o  controlador  atua  sobre  o sistema  através  dos  módulos  de  saída.  Os  módulos  de  saída  podem  emitir  sinais analógicos  ou  digitais  dependendo  das  configurações  do  sistema  a  ser  controlado. Através  dos  módulos  de  saída  é  possível  acionar  válvulas,  lâmpadas  de  sinalização, posicionadores, contatores, controlar a velocidade de motores, etc.
Existem  basicamente  três  tipos  de  módulos  de  saída:  a  relé,  a  transistor  e  a tiristor. O emprego de cada tipo depende da carga a  ser  acionada pelas saídas.

-  Saídas  a  relé:  quando  o  endereço  de  uma  determinada  saída  na  memória- imagem é ativado, uma bobina é energizada, fechando um contato entre dois terminais externos  do  módulo.  A  saídas  a  relé  têm  a  vantagem  de  acionar  tanto  cargas  AC quanto  cargas  DC  e  conduzir  correntes  da  ordem  de  5A,  além  de  serem  imunes  a transientes  da  rede.  Por  outro  lado,  as  saídas  a  relé  têm  sua  vida  útil  limitada  pelo desgaste dos contatos , cerca 150.000 a 300.000 operações.

-  Saídas  a  transistor:   indicadas  para  casos  em  que  há  cargas  e  fontes  de corrente  contínua  e  acionamentos  repetitivos  com  grandes  freqüências  de  operação. Sua  vida  útil  é  maior  que  a  dos  módulos  a  relé,  mas  sua  capacidade  de  corrente máxima  é  menor  chegando  a  cerca  de  1A.  O  elemento  acionador  pode  ser  um transistor comum tipo NPN ou ainda um transistor do tipo efeito de campo. Sua vida útil é de cerca de 1000.000  de operações

-  Saídas  a  triac  :  utilizados  com  fontes  e  cargas  de  corrente  alternada,  e exemplo do tipo anterior, possibilitam altas freqüências de chaveamento e uma vida útil de até 1000.000 de operações e admitem correntes da ordem de 1A.

 

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Computador ou terminal de programação

É um computador que contém o software de programação do CLP e   através do qual o programa aplicativo é descarregado para a memória do CLP. O terminal de programação pode ser um computador específico para esse fim ou um PC como é mais usual  atualmente.  Hoje  já  é  possível  inclusive,  fazer  alterações  na  programação  do CLP utilizando um computador remoto (distante do CLP) através de um rede de dados.

 

Partes constituintes de um PLC

Input Relays -(Contatos) Conectados ao mundo externo.
Existem fisicamente e recebem sinais de chaves, sensores, etc... (Tipicamente não são relês, mas transistores)

Internal Utility Relays - (Contatos) Não existem fisicamente. Não recebem sinais externos; são simulados e permitem aos PLC´s eliminarem relês externos.

Counters - Não existem fisicamente. São contadores
simulados e podem ser programados para contar pulsos “up”ou “down”.

Timers - Não existem fisicamente. Incrementos variam de 1ms a 1s.

Output Relays - (bobinas) São conectados ao mundo
externo. Existem fisicamente e enviam sinais on/off para solenóides, luzes, etc... (Podem ser transistores, relês ou
triacs, dependendo do modelo)

Data Storage - São registradores dedicados ao armazenamento de dados. Podem ser temporários ou permanentes, mantendo informações quando o PLC está desligado

Operação de um PLC
  • Um PLC opera continuamente executando um programa Check Input Status - O PLC verifica cada entrada se está “on” ou “off”. Armazena os dados na memória para serem usados no próximo passo.
  • Execute Program - O PLC executa o programa armazenado, baseado nas entradas lidas. Armazena o resultado para ser usado no próximo passo.
  • Update Output Status - Finalmente o PLC atualiza suas saídas baseado nos passos anteriores.


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